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10 maio 2012

Livros: As crônicas de Gelo e Fogo - Lançamento do 5º volume


As Crônicas de Gelo e Fogo á uma série de George R. R. Martin – considerado o Tolkien americano – onde cria uma verdadeira obra de arte, trazendo o melhor que o gênero pode oferecer.
Uma história de lordes e damas, soldados e mercenários, assassinos e bastardos, que se juntam em um tempo de presságios malignos.
Cada um esforçando-se para ganhar este conflito mortal: a guerra dos tronos. Mistério, intriga, romance e aventura encherão as páginas destes livros.


1º Livro da Série As Crônicas de Gelo e Fogo – George R. R. Martin

Livro 1 - A Guerra dos Tronos - George R. R. MartinTítulo Nacional: A Guerra dos Tronos
Ano de Lançamento: 2010
Número de Páginas: 592 páginas
Editora: Leya
Tradutor: Sem Informação
Título Original: A Game of Thrones
Ano de Lançamento: 1996 (UK)
Número de Páginas: 672 páginas (UK)
Editora: Bantam Books (UK)
Sinopse: Em ‘A Guerra dos Tronos’, o primeiro livro da série ‘As Crônicas de Gelo e Fogo’, George R. R. Martin traz uma história de lordes e damas, soldados e mercenários, assassinos e bastardos, que se juntam em um tempo de presságios malignos. Cada um esforçando-se para ganhar este conflito mortal – a guerra dos tronos. Mistérios, intrigas, romances e aventuras ilustram as páginas deste livro.
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2º Livro da Série As Crônicas de Gelo e Fogo – George R. R. Martin

Livro 2 - A Fúria dos Reis- George R. R. MartinTítulo Nacional: A Fúria dos Reis
Ano de Lançamento: 2011
Número de Páginas: 656 páginas
Editora: Leya
Tradutor: Sem Informação
Título Original: A Clash of Kings (UK)
Ano de Lançamento: 1999 (UK)
Número de Páginas: 708 páginas (UK)
Editora: Bantam Books (UK)
Sinopse: Em A fúria dos Reis, o segundo livro da aclamada série As crônicas de gelo e fogo, George R. R. Martin segue a épica aventura nos Sete Reinos, onde muitos perigos e disputas ainda estão por vir. Além dos combates que se estendem por todos os lados, a ameaça agora também chega pelo céu, quando um cometa vermelho como sangue cruza o céu ameaçadoramente. Uma terra onde irmão luta contra irmão e a morte caminha na noite fria, nada é o que parece ser, e inocência é uma palavra que não existe. Quando os reis estão em guerra, a terra toda treme!
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3º Livro da Série As Crônicas de Gelo e Fogo – George R. R. Martin

Livro 3 - A Tormenta de Espadas - George R. R. MartinTítulo Nacional: A Tormenta de Espadas
Ano de Lançamento: 2011
Número de Páginas: 884 páginas
Editora: Leya
Tradutor: Jorde Candeias
Título Original: A Storm of Swords (UK)
Ano de Lançamento: 2000 (UK)
Número de Páginas: 976 páginas (UK)
Editora: Bantam Books (UK)
Sinopse: A Tormenta de Espadas, onde os Sete Reinos já sentem o rigoroso inverno que chega, mas as batalhas parecem estar mais cruéis e impiedosas. Enquanto os Sete Reinos estremecem com a chegada dos temíveis selvagens pela Muralha, numa maré interminável de homens, gigantes e terríveis bestas, Jon Snow, o Bastardo de Winterfell, que se encontra entre eles, divide-se entre sua consciência e o papel que é forçado a desempenhar. Robb Stark, o Jovem Lobo, vence todas as suas batalhas, mas será que ele conseguirá vencer os desafios que não se resolvem apenas com a espada? Arya continua a caminho de Correrrio, mas mesmo alguém tão desembaraçado como ela terá grande dificuldade em ultrapassar os obstáculos que se aproximam. Na corte de Joffrey, em Porto Real, Tyrion luta pela vida, depois de ter sido gravemente ferido na Batalha da Água Negra; e Sansa, livre do compromisso com o homem que agora ocupa o Trono de Ferro, precisa lidar com as consequências de ser a segunda na linha de sucessão de Winterfell, uma vez que Bran e Rickon estariam mortos. No Leste, Daenerys Targaryen navega em direção às terras da sua infância, mas antes ela precisará aportar às desprezíveis cidades dos esclavagistas. Mas a menina indefesa agora é uma mulher poderosa. Quem sabe quanto tempo falta para se transformar em uma conquistadora impiedosa?
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4º Livro da Série As Crônicas de Gelo e Fogo – George R. R. Martin

Livro 4 - O Festim dos Corvos - George R. R. MartinTítulo Nacional: O Festim dos Corvos
Ano de Lançamento: 2012
Número de Páginas: 644 páginas
Editora: Leya
Tradutor: Jorge Candeias
Título Original: A Feast for Crows (UK)
Ano de Lançamento: 2005 (UK)
Número de Páginas: 704 páginas (UK)
Editora: Bantam Books (UK)
Sinopse: Continuando a saga mais ambiciosa e imaginativa desde “O Senhor dos Anéis”, “As Crônicas de Gelo” e “Fogo” prosseguem após o violento triunfo dos traidores. Enquanto os senhores do Norte lutam incessantemente uns contra os outros e os Homens de Ferro estão prestes a emergir como uma força implacável, a rainha regente Cersei tenta manter intacta a força dos leões em Porto Real. Os jovens lobos, sedentos por vingança, estão dispersos pela terra, cada um envolvido no perigoso jogo dos tronos. Arya abandonou Westeros rumo a Bravos, Bran desapareceu na vastidão enigmática para além da Muralha, Sansa está nas mãos do ambicioso e maquiavélico Mindinho, Jon Snow foi proclamado comandante da Muralha mas tem que enfrentar a vontade férrea do rei Stannis e, no meio de toda a intriga, começam a surgir histórias do outro lado do mar sobre dragões vivos e fogo… Quando Euron Greyjoy consegue ser escolhido como rei das Ilhas de Ferro não são só as ilhas que tremem. “O Olho de Corvo” tem o objetivo declarado de conquistar Westeros. E o seu povo parece acreditar nele. Mas será ele capaz? Em Porto Real, Cersei enreda-se cada vez mais nas teias da corte. Desprovida do apoio da família, e rodeada por um conselho que ela própria considera incapaz, é ainda confrontada com a presença ameaçadora de uma nova corrente militante da Fé. Como se desvencilhará de tal enredo?
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5º Livro da Série As Crônicas de Gelo e Fogo – George R. R. Martin

Livro 5 - A Dança dos Dragões - George R. R. MartinTítulo Nacional: A Dança dos Dragões
Ano de Lançamento: Previsto para 25/06/12
Número de Páginas: 860 páginas
Editora: Leya
Tradutor: Marcia Blasques
Título Original: A Dance with Dragons (UK)
Ano de Lançamento: 2011 (UK)
Número de Páginas: 1056 páginas (UK)
Editora: Bantam Books (UK)
Sinopse: O Norte jaz devastado e num completo vazio de poder. A Patrulha da Noite, abalada pelas perdas sofridas para lá da Muralha e com uma grande falta de homens, está nas mãos de Jon Snow, que tenta afirmar-se no comando tomando decisões difíceis respeitantes ao autoritário Rei Stannis, aos selvagens e aos próprios homens que comanda. Para lá da Muralha, a viagem de Bran prossegue. Mas outras viagens convergem para a Baía dos Escravos, onde as cidades dos esclavagistas sangram e Daenerys Targaryen descobre que é bastante mais fácil conquistar uma cidade do que substituir de um dia para o outro todo um sistema político e econômico. Conseguirá ela enfrentar as intrigas e ódios que se avolumam enquanto os seus dragões crescem para se tornarem nas criaturas temíveis que um dia conquistarão os Sete Reinos?     

Vale a pena conferir!
Já ouvi comentários maravilhosos sobre cada um deles, boas recomendações...será minha próxima leitura.
Lembre-se: Ler exercita o cérebro e faz de vc mais culto, atento, com dicionário aguçado, criativo, crítico...etc. LEIA SEMPRE!

Fonte: www.sobrelivros.com.br


Comportamento: APRENDENDO COM A TRAIÇÃO


Apesar de dolorosa, infidelidade pode trazer chance de crescimento

Poucas coisas são tão dolorosas em uma relação a dois quanto a traição de uma das partes. Tenha sido descoberta ou revelada, ela sempre traz à tona muitos sentimentos contraditórios: "o outro não presta", "o outro não me ama", "eu não sou boa o suficiente", "ninguém nunca poderá me amar", "onde foi que eu errei?", são apenas algumas das opções.
Doi muito, por vários motivos: depositamos nossa confiança na outra pessoa e ela nos decepcionou; juramos exclusividade mútua e uma terceira pessoa foi incluída na relação sem a concordância de todas as partes; honramos sozinhos o compromisso assumido; fomos obrigados a dividir o ser amado com outra pessoa sem termos sido consultados. São muitos os motivos pelos quais sofremos, mas a experiência de uma traição carrega em si uma incrível oportunidade de crescimento, onde aprendemos a conhecer melhor o outro, à nós mesmos, e aos problemas da relação. Só depende de como lidamos com isso.
Mas quando surgiu o mandato de exclusividade nas relações? Apesar de ser emblemática na cultura do homem civilizado, a monogamia não é algo inato ao homem. Relativamente recente em nossa história, ela surgiu como ferramenta necessária para conservação da propriedade privada. Sem esta exigência, o homem não teria meios de saber se os filhos concebidos dentro do casamento eram realmente seus. Isso impactaria diretamente no patrimônio familiar, que deixaria de pertencer à família, caso fosse herdado por filhos ilegítimos.
Hoje em dia, os motivos para a exigência da monogamia não são os mesmos, e os sentimentos que uma traição provoca na gente são extremos. Muitos a consideram como ponto final de uma relação. Porém, mais importante do que o destino do casal é avaliar as causas que permitiram a entrada de uma terceira pessoa na relação. Será durante a revisão daqueles motivos que entenderemos como se chegou até ali e de que maneira seguir adiante.

IDENTIFICANDO A CAUSA DA TRAIÇÃO

É preciso ter duas coisas claras desde o início. Primeiro, ninguém trai sozinho. Claro que para toda regra há exceção, mas não é comum que não haja qualquer problema entre o casal e uma das partes traia. Todos estamos socialmente e culturalmente programados para sermos fiéis, portanto, trair é uma transgressão inclusive para o traidor. Por isso, acredito na existência de uma forte motivação por trás desse ato, geralmente alimentada (conscientemente ou não) por ambas as partes da relação.
O segundo ponto importante a ter em mente é que, mesmo que ambas as partes tenham participação no real motivo por trás da traição, trair é sempre uma escolha pessoal. Por isso, é sempre responsabilidade única e exclusiva daquele que trai. Ainda que os fatores motivadores sejam construídos com a participação de ambas as partes, não dá para culpar o outro por termos traído. Por mais problemas que tenhamos com a nossa cara-metade, sempre podemos escolher mil caminhos diferentes da infidelidade. E se escolhemos trair, essa responsabilidade é exclusivamente nossa.

UMA VEZ QUE TRAÍMOS, O QUE FAZER?

Muitas pessoas decidem contar para o parceiro em nome de uma suposta sinceridade, que na verdade pode esconder um profundo egoísmo. Não aguentamos o peso da nossa própria consciência e precisamos dividi-lo com a outra pessoa. Nos sentimos péssimos com a gente mesmo, e precisamos que o outro amenize esse sentimento, "perdoando" nosso ato. Assim, se o outro nos dá o seu perdão, podemos deitar a cabeça no travesseiro e dormir em paz, tendo primeiro desfrutado da traição e agora desfrutando do perdão por tê-la cometido. Mas e o outro, como fica nesse processo? Se nossa sinceridade deriva do amor que sentimos, deveríamos ter em mente o bem-estar do nosso parceiro antes de qualquer outra coisa. Não dividimos com o outro a decisão nem os prazeres da traição, mas queremos que ele nos ajude a carregar o peso do erro.
Outros não têm nem a opção de decidir se contam ou não: são descobertos antes de poder se revelar. Aqui, o melhor a fazer é deixar a poeira baixar, para então sentar e avaliar as razões pela qual a relação chegou até ali, o que faltou à parte que traiu para buscar algo fora da relação, onde cada um errou, o que poderiam ter feito melhor e, principalmente, o que significou aquela traição para quem a cometeu. Foi apenas um momento? Houve sentimento envolvido? A partir daí, será possível ver claramente se dá para perdoar e seguir com a relação em outras bases, ou se é melhor partir para outra, especialmente se o traído não conseguir ou desejar perdoar.
No entanto, apesar da traição ser uma infração a um acordo mútuo de exclusividade, nem sempre ao sair com outra pessoa estamos traindo o outro. Muitas vezes, o desejo é simplesmente exercer nosso direito à liberdade, atender a um desejo do momento, sem o objetivo de ferir o outro nem remediar alguma ausência da relação. Quando esse for o caso, o mais importante é ser ético em todas as instâncias, o que significa agir preservando o nosso parceiro, sua imagem pública e social, sua saúde, e tudo o mais que nossa atitude puder atingir.

O QUE VEM DEPOIS DA TRAIÇÃO

Quando assumimos publicamente um compromisso com outra pessoa, decidimos renunciar à nossa liberdade para nos tornarmos parcialmente "propriedade de". Ainda assim, continuamos donos de nós mesmos, e temos o direito de, em algum momento, decidir fazer algo com isso que nos pertence sem necessariamente pedir permissão ao outro. Neste caso, nossa obrigação é preservar o ser amado de toda e qualquer dor, e continuar sendo fiel em muitos outros níveis da relação, que extrapolam o físico e o sexual. Podemos continuar sendo pais presentes, maridos presentes, amigos para toda hora e parceiros em situações difíceis, sem expor, ridicularizar, trair dentro do círculo de amigos, ou com o melhor amigo do nosso par. Podemos, sim, responder a um desejo momentâneo preservando todas as outras instâncias da relação.
Ao contrário do que muitos pensam, uma traição não necessariamente ocorre quando a relação já esgotou todas as suas possibilidades. Ela pode ocorrer por raiva, por vingança, por carência, por autossabotagem (tem gente que não sabe aceitar a própria felicidade e busca uma maneira de destruí-la), e pode ainda funcionar como uma "muleta" para a relação. Como não encontramos uma maneira de conseguir o que nos falta com o nosso parceiro - mas também não podemos conceber a vida sem aquela pessoa - buscamos externamente um remédio. Ainda que temporária ou falha, essa solução momentânea nos permite continuar vivendo a relação que escolhemos, apesar do problema que não podemos resolver.
De muitas maneiras, uma traição é uma oportunidade de crescimento para o casal. Ela não precisa ser o fim, nem representar o fracasso da relação. Como tudo na vida, dependerá apenas do uso que o casal fizer da experiência, e da maturidade que tenha para abordar os próprios problemas. O resultado desta vivência pode ser uma relação mais madura e consolidada. Ou o fim, onde cada um segue seu caminho com maior conhecimento das próprias necessidades e limitações.